A ABRASFID reconhece todos os esforços contínuos do Ministério da Saúde de nosso país e demais autoridades frente a pandemia global, considerando estas medidas como padrão para o setor da atenção domiciliar, incluindo o quesito segurança, com a utilização de EPIs de acordo com o previsto pelo nosso ministério, evitando assim os excessos acentuando a escassez destes importantes itens de segurança sob responsabilidade de nossos tomadores de serviços, conforme alinhamento prévio com a entidade que representa as empresas de Atenção Domiciliar em nosso país. É nesse sentido que essa modalidade de assistência também deve estar prevista nas estratégias de saúde para o período que se apresenta, com o acolhimento e a representatividade que merece.

Reiteramos, a importância de chamar a atenção para o atual cenário no qual estamos envolvidos, com possibilidade real, e anunciada pelas autoridades sanitárias, de colapso do sistema de saúde hospitalar previsto para o mês de Abril/2020.

Assim, agora, mais do que nunca, se faz necessária a atuação com extrema segurança dos Fisioterapeutas que atuam dentro da atenção domiciliar, a fim de que se evitem internações hospitalares em casos de pacientes de média e/ou alta complexidade, afinal é sabido que se suspendermos, mesmo que temporiariamente os atendimentos de pacientes crônicos, idosos e que necessitam de intervenção fisioterapêutica domiciliar, caso 5% destes pacientes hospitalizem, por exemplo, irão corroborar de forma efetiva ao caos iminente.

É por isso que a ABRASFID, considerando a NOTA TÉCNICA Nº 9/2020-CGAHD/DAHU/SAES/MS, do Programa Melhor em Casa/SUS, que apresenta recomendações da Coordenação-Geral de Atenção Hospitalar e Domiciliar em relação à atuação dos SERVIÇOS DE ATENÇÃO DOMICILIAR (SAD) – PROGRAMA MELHOR EM CASA na pandemia do Coronavírus (COVID-19) e notas técnicas disponibilizadas pela entidade que representa a Atenção Domiciliar brasileira, o NEAD (https://www.neadsaude.org.br/category/nead-covid19/), recomendamos, em caráter emergencial, a inclusão do setor da atenção domiciliar nas estratégias das autoridades e comitês de crise no enfrentamento do COVID-19 e principalmente no sentido de evitar novas internações hospitalares.

Por fim, a ABRASFID defende que a Atenção Domiciliar e a Fisioterapia Domiciliar, em razão da especificidade dos critérios de elegibilidade do setor, devam ter um espaço maior, incluindo apoio irrestrito das autoridades, autarquias e demais comitês de crise no que tange os EPIs e sua falta no mercado brasileiro atual.

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Diretoria ABRASFID

Comitê ABRASFID COVID-19

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